quinta-feira, junho 11, 2026
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Esportes
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
BOLETIM DO ESPORTE
Advertisement
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Esportes
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
BOLETIM DO ESPORTE
No Result
View All Result
Home Esportes

Legado da Rio 2016, Centro de Treinamento Paralímpico completa 10 anos

redacao by redacao
maio 25, 2026
in Esportes
0 0
0
Legado da Rio 2016, Centro de Treinamento Paralímpico completa 10 anos
Share on FacebookShare on Twitter



Há exatos dez anos, o local que abrigava uma das unidades mais tumultuadas da antiga Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor (Febem) – atual Fundação Casa – deu lugar a uma das mais modernas estruturas esportivas do país. No dia 23 de maio de 2016, era inaugurado o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro.

Foram dois anos e meio de obras para o espaço de 95 metros quadrados ser erguido no quilômetro 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, na Vila Guarani, zona sul de São Paulo. O investimento foi de R$ 305 milhões, sendo R$ 187 milhões por meio do Ministério do Esporte e o restante do governo de São Paulo.

Notícias relacionadas:

  • Coluna – Da escolinha à Paralimpíada Escolar, sonhos a despertar.
  • CT Paralímpico recebe Brasileiro de Parabadminton até domingo.
  • CT Paralímpico recebe Grand Prix de Judô nesta sexta-feira.

“[Antes] as modalidades paralímpicas, como basquete em cadeira de rodas, atletismo e natação, usavam instalações que não eram exclusivamente para o esporte paralímpico. Tínhamos que bater na porta e [pedir para] dividirmos o espaço. E nem pegávamos os melhores horários”, recordou o vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Yohansson Nascimento, à reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“Mas sabíamos que, com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Brasil em 2016 [no Rio de Janeiro], seria feita uma mega estrutura para o esporte paralímpico. A entrega do CT foi a realização de um sonho”, completou o dirigente, dono de seis medalhas paralímpicas, sendo uma dourada nos Jogos de Londres (Inglaterra), em 2012, na classe T46 (amputados de membro superior).

O Centro Paralímpico conta com quadras de tênis em cadeira de rodas, basquete em cadeira de rodas, vôlei sentado, goalball (único esporte paralímpico que não é uma adaptação, exclusivo para atletas com deficiência visual), futebol de cegos e futebol de paralisados cerebrais (PC), além de uma arena multiuso. Possui, ainda, espaços para esgrima em cadeira de rodas, judô, taekwondo, bocha e tênis de mesa, piscinas olímpica e semiolímpica, pistas de atletismo (externa e interna, para treinamentos) e um residencial para cerca de 300 pessoas.

Em 2017, o CPB venceu uma concorrência pública para gestão do CT por cinco anos. Em 2024, o acordo foi renovado por mais 35 anos. A entidade transferiu o centro administrativo, que ficava em Brasília, para São Paulo. Uma das funcionárias mais antigas é Viviane Monteiro, que trabalha no setor de faturamento e cuida das passagens e hospedagens dos atletas em competição.

“Eu vim de uma área financeira. Conheci o Centro Paralímpico através da internet. Fiquei sabendo que iria inaugurar, mandei currículo e fui chamada. Aqui é acolhedor para pessoas com deficiência e sou muito grata por estar até hoje, vendo essa mudança, os atletas sempre engajados, motivados”, contou Viviane, que é deficiente auditiva, à EBC.

Potência paralímpica

A construção do CT Paralímpico tem relação direta com a evolução dos resultados. Na Paralimpíada de Tóquio (Japão), em 2021, a primeira na qual os atletas tiveram a estrutura à disposição durante todo o ciclo de preparação, o Brasil repetiu as 72 medalhas da Rio 2016, mas conquistando 22 ouros, oito a mais que na edição anterior. Nos Jogos de Paris (França), em 2024, o desempenho foi ainda melhor: 25 douradas e 88 pódios.

O crescimento se refletiu no quadro de medalhas dos Jogos. Após ficarem em oitavo no Rio de Janeiro, os brasileiros subiram para o sétimo lugar em 2021 e alcançaram, de maneira inédita, o top-5 em 2024. No ano passado, o Brasil fez história ao terminar o Campeonato Mundial de atletismo na liderança, superando a China, maior força do esporte paralímpico.

“Eu faço um paralelo com a Fórmula 1. Lá, o que é desenvolvido será replicado na indústria automobilística, da mesma forma que aqui no CT. Não somente na parte esportiva. Por exemplo, as próteses. Os atletas utilizam [para treinar e competir] as melhores próteses, os melhores joelhos. E isso, depois, é replicado para toda uma comunidade de pessoas com deficiência”, destacou Yohansson.

Inicialmente focado no alto rendimento paralímpico, o CT se transformou, ao longo dos anos, em um polo de formação de atletas por meio da Escola Paralímpica de Esportes. Atualmente replicado em centros de referência país afora, o projeto começou em 2018 e promove a iniciação, de forma gratuita, em modalidades adaptadas para jovens entre 7 e 17 anos com deficiências física, visual e intelectual.

Uma das revelações do projeto é Alessandra Oliveira. Diagnosticada com vasculite e amputada em parte dos membros superiores e inferiores devido a uma reação vacinal, ela sequer sabia nadar quando conheceu a Escolinha. Hoje, com 18 anos, a paulista foi campeã mundial dos 100 metros nado peito da classe SB4 (intermediária para atletas com deficiências físicas) em Singapura, em 2025.

Quem sonha em seguir o caminho dourado de Alessandra, mas no atletismo, é João Pedro Santos. O jovem paulista entrou para a Escolinha em 2019, um ano após perder a visão em decorrência de um glaucoma congênito. No ano passado esteve nos Jogos Parapan-Americanos de Jovens, em Bogotá (Colômbia), conquistando três medalhas, sendo duas douradas, nos 100 e nos 400 metros da classe T11 (cegos).

“Quando senti aquele ambiente [do Parapan] tive certeza de que é isso o que quero para mim. E se puder fazer isso até quando tiver 80, 90 anos, é o que farei. Hoje busco nunca me impor limites por conta do esporte, porque vi que aqui dentro poderia fazer coisas que nunca imaginei”, afirmou João Pedro, de 18 anos, à EBC.

Palco mundial

O Parapan de Jovens, aliás, foi a primeira grande competição sediada no CT Paralímpico, em 2017. Desde a construção, mais de 2,2 mil eventos ocorreram no local. Entre eles o Festival Paralímpico, que proporciona uma vivência de esportes adaptados a crianças e jovens com (e sem) deficiência, e as Paralimpíadas Escolares.

No ano passado a estrutura recebeu o Mundial sub-23 de basquete em cadeira de rodas. Já em 2026 será a vez do Mundial de rugby em cadeira de rodas, entre os dias 15 a 24 de agosto.

“É um grande orgulho, uma oportunidade ímpar de organizarmos a nossa maior competição e podermos jogar com apoio da torcida. O Brasil tem crescido na modalidade, então a expectativa é alta. A estrutura que o CT oferece nos permitiu realizar um evento dessa magnitude”, celebrou, à EBC, o presidente da Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABRC), José Higino.

n
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-05/legado-da-rio-2016-centro-de-treinamento-paralimpico-completa-10-anos

redacao

redacao

Next Post

Juventus e Milan não vão para Champions League pela 1ª vez em 35 anos

Connect with us

  • 24k Followers
  • Trending
  • Comments
  • Latest

Brazino777 Copa do Mundo: tutorial para apostar na Copa 2026

maio 12, 2026

Brasileiro pode dar título inédito ao Rayo Vallecano; conheça

maio 27, 2026
PGR pede a interrupção das bets e da publicidade delas

PGR pede a interrupção das bets e da publicidade delas

maio 12, 2026
Continente africano leva 10 seleções para  a Copa do Mundo 2026

Continente africano leva 10 seleções para a Copa do Mundo 2026

junho 11, 2026
BR feminino: Palmeiras goleia Atlético-MG e assume vice-liderança

BR feminino: Palmeiras goleia Atlético-MG e assume vice-liderança

0
Falta um mês para a Copa que promete ser a maior de todos os tempos

Falta um mês para a Copa que promete ser a maior de todos os tempos

0
TV Brasil mostra nesta segunda confronto entre Palmeiras e Atlético-MG

TV Brasil mostra nesta segunda confronto entre Palmeiras e Atlético-MG

0
Ítalo Ferreira testa a força da “pororoca havaiana” durante surfe noturno no Havaí

Ítalo Ferreira testa a força da “pororoca havaiana” durante surfe noturno no Havaí

0
Continente africano leva 10 seleções para  a Copa do Mundo 2026

Continente africano leva 10 seleções para a Copa do Mundo 2026

junho 11, 2026
São Paulo investiga novo caso suspeito de ebola em mulher que voltou do Congo

São Paulo investiga novo caso suspeito de ebola em mulher que voltou do Congo

junho 11, 2026
Seleção Brasileira fará dois treinos antes da estreia na Copa do Mundo

Seleção Brasileira fará dois treinos antes da estreia na Copa do Mundo

junho 10, 2026

Infantino lamenta ocorrido com árbitro somali e comemora ida do Irã

junho 10, 2026

Recommended

Continente africano leva 10 seleções para  a Copa do Mundo 2026

Continente africano leva 10 seleções para a Copa do Mundo 2026

junho 11, 2026
São Paulo investiga novo caso suspeito de ebola em mulher que voltou do Congo

São Paulo investiga novo caso suspeito de ebola em mulher que voltou do Congo

junho 11, 2026
Seleção Brasileira fará dois treinos antes da estreia na Copa do Mundo

Seleção Brasileira fará dois treinos antes da estreia na Copa do Mundo

junho 10, 2026

Infantino lamenta ocorrido com árbitro somali e comemora ida do Irã

junho 10, 2026
  • BOLETIM DO ESPORTE
  • Contato
  • Quem Somos
@ 2026

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Esportes
  • Geral
  • Contato

© 2026